Pessoas!
Andei esbarrando essa semana em um link que achei interessante publicar aqui, com mais de 1.000 livros sobre Programação, para quem quer aprender.
Sem mais enrolação, o link está aí embaixo, porque software não é macarrão, né?
https://github.com/vhf/free-programming-books/blob/master/free-programming-books-pt_BR.md
Abraço e boa leitura!!!
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terça-feira, 24 de novembro de 2015
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Menino do Computador, eu? Profissional de TI com orgulho!!
Hoje, dia 19 de outubro, dizem alguns que é considerado o Dia do Profissional de TI. Eu vi em uma postagem em rede social hoje uma imagem com um garoto de óculos, camisa meio estranha e gravata, onde dizia: "Se você já foi chamado de 'Rapaz do Computador', comemore!".
(....)
Sim, este aí em cima é o sinal de "conte até dez, respire fundo e siga em frente", que eu uso quando algo me incomoda um pouquinho. A questão é que a gente sempre acaba sendo considerado o "menino do computador", "rapaz do computador" o "faz-tudo" (desde fazer o computador ligar, até a antena parabólica, o vídeo-cassete, e a secadora de roupa, ou o que mais tiver botões pra apertar ou luzinhas piscando).
O fato é que estudamos vários anos para nos especializar, temos funções diferentes (a grande maioria desconhecida do grande público), colocamos a cabeça pra funcionar, com o objetivo de solucionar pequenos (e chatos) e grandes problemas da sociedade (e os grandes são piores ainda do que os pequenos e chatos), e muitas vezes não somos nem reconhecidos...
Tenham certeza de que aqui o sistema é bruto, sisteminha é palavrão, o trabalho é MUITO e fazemos SEMPRE O MELHOR, para que todo mundo possa colocar a cabeça no travesseiro tranquilo todos os dias, podendo, graças ao trabalho que nós realizamos (e algumas vezes você nem nota, porque somos NINJAS), fazer o trabalho de cinquenta dias em cinco, porque nós trabalhamos cada um por um exército e passamos muitas horas (bem mais que cinco ou cinquenta dias às vezes) extraindo todo o potencial do nosso cérebro e das máquinas que temos à disposição para que isso aconteça...
Podem até nos chamar de "meninos e meninas do computador", podem até desconhecer o nosso trabalho, mas a gente faz COM ORGULHO e dá a nossa contribuição todos os dias, pra ver todo mundo feliz, porque isso é o que importa :D
Então, se você passar pelo seu "menino do computador" (é PROFISSIONAL DE TI, viu?), dê um abraço nele, daqueles do tamanho do mundo e diga "OBRIGADO", ou ofereça um café (somos movidos a café, porque às vezes trabalhamos até tarde e ninguém vê porque já foi pra casa descansar)... a gente adora café e também gosta de saber que é importante pra você, e é legal saber que o que fazemos te ajuda em alguma parte do teu dia, por mais simples que pareça.
E aos meus colegas PROFISSIONAIS DE TI, aproveitem todos os milissegundos do dia e todos os ciclos de processamento, porque poucos fariam o que vocês fazem em 24 horas (acho que nem o cara aquele do seriado...) :D
PS1: Extensivo às "meninas do computador" também :)))
PS2: Não somos estranhos não, somos legais, pode ter certeza!
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Mulheres na Computação? Pode SIM!
Tem gente que "desgosta" de mulheres trabalhando em muitas áreas. A Computação é uma delas. Eu, particularmente, sempre fui à favor das mulheres trabalhando em Computação e Tecnologia por conta da atenção delas aos detalhes que alguns homens acabam deixando passar porque "não acham que seja importante", ou porque a maioria de nós não é tão detalhista mesmo...
Num desses dias achei um artigo interessante e resolvi traduzir pra compartilhar com mais pessoas, porque a maioria não deve saber quem é Grace Hopper, a "Rainha do Código", e porque devemos MUITO a ela e outras mulheres como ela.
Sem mais enrolação, lá vai o artigo:
Grace Hopper era um gênio de computação, uma cientista, uma quebradora de tetos-de-vidro, uma feminista, e a melhor em tudo o que fazia - e você provavelmente nunca ouviu falar dela.
Hoje, ela está finalmente recebendo seu devido reconhecimento. Hopper, que morreu em 1992, era uma engenheira de computação que serviu na Marinha durante a Segunda Guerra Mundial e passou a desenvolver o primeiro software de computador real - muito antes de "software" ser mesmo um conceito com um nome. Um vídeo da série FiveThirtyEight Signals, chamado "The Queen of Code", celebra sua vida e obra.
Costumamos falar muito sobre como as mulheres são excluídas de empregos de tecnologia, mas a paisagem nao parece nada como a dos tempos de Hopper. Não só ela foi impedida de avançar em duas carreiras distintas, porque ela era uma mulher, como foi deliberadamente deixada de fora de fotos de jornais que documentam grandes realizações de que ela era uma parte integrante.
"O apagamento das mulheres estava acontecendo em tempo real", o diretor do filme, o ator Gillian Jacobs, disse a Re / Code. Vale a pena assistir ao video todo, mas aqui estão alguns dos feitos de Hopper:
Ela descobriu como fazer uma bomba atômica funcionar.
Depois que o professor de matemática Vassar convenceu a Marinha para deixá-la se alistar com a idade de 37 anos, ela passou a trabalhar no computador Mark I da Universidade de Harvard e começou a aprender a fazer o supercomputador funcionar melhor do que mais ninguém tinha feito.
Quando Hopper viu a Mark I pela primeira vez, ela estava apaixonada: "Puxa, isso é a coisa mais bonita que eu já vi", ela lembra de ter pensado. Em certo dia, Hopper teria retirado uma mariposa traquina para fora do aparelho e a colado em suas notas com fita adesiva, potencialmente inventando o termo "depuração" (debugging).
Hopper não sabia para que seu trabalho seria utilizado naquela epoca, mas em mais de três meses com o Mark I, ela resolveu um cálculo extremamente difícil para o Projeto Manhattan: descobrir como fazer uma esfera entrar em colapso sobre si mesma e em que local deveria ser aplicada a pressão, para que entrasse em colapso. Sua solução foi a chave para fazer a bomba atômica explodir corretamente.
Mesmo assim, após o fim da guerra, Hopper não tinha permissão para se tornar uma professora de Harvard - que era nestes dias um clube só para rapazes - nem para continuar na Marinha. Então, em vez disso:
Ela basicamente inventou a codificação.
Hopper conseguiu um emprego para trabalhar para uma empresa de informática e rapidamente percebeu que nenhum dos pequenos computadores que estavam sendo desenvolvidos poderia falar um com o outro. Reconhecendo que a maioria das pessoas na América não consegue entender nada sobre matemática, ela defendeu que se transformasse a linguagem de computador simbólica em Inglês simples. Todos riram dela. Mais tarde, ela zombou dos céticos em um discurso.
"Eu deixei um grande número de pessoas, pelo meradunos parcialmente doidas", disse ela. "Afinal de contas, insistir que se comunicar com os computadores em Inglês era uma idéia totalmente ridícula, e que eu não poderia fazer isso. Só que funcionou ".
A linguagem que ela ajudou a desenvolver, conhecida como COBOL, compõe cerca de 70% de todo o código usado ativamente até o ano 2000.
Traduzido do original em: http://www.refinery29.com/2015/01/81515/grace-hopper-coder-bug-inventor
E você? Conhece alguma mulher/menina que se interessa por computadores e que talvez se sinta desmotivada a estudar e trabalhar na área? Mande este artigo pra ela!!!
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Segurança da Informação: Que bicho é esse? Como se cria? Onde Mora?
Ultimamente tenho percebido que algumas pessoas não levam em conta tudo o que se pode fazer com informações, tanto coisas boas quanto coisas más.
Anteriormente, eu já tinha classificado aqui os 'compartilhadores' da informação (um link aqui para quem quiser ler). Percebi que faz falta a gente falar de segurança da informação quando fala da informação em si. Como este trem está sempre andando, resolvi colocar um assunto de cada vez pra não misturar as coisas.
Também por isso, e pelos acontecimentos recentes envolvendo vazamento de fotos de certas atrizes, quis colocar em pauta outra coisa: como é que a gente mantém nossas informações seguras, ao menos um pouco, e protegemos aquelas coisas que não queremos que saiam voando por aí?
Pois bem, temos algumas coisas que dá pra fazer, e que são fáceis:
a) Não sair clicando em todos os links que aparecem. Isso é um dos equivalentes a não 'falar com estranhos' no mundo real.
b) Suspeite de coisas 'grátis' ou muito baratas (vale aquele ditado: quando a esmola for demais, até santo desconfia). Também é equivalente a "não aceitar nada de estranhos: balas, doces, brinquedos"....
c) Apenas deixe seu computador na mão de terceiros se isso for absurdamente necessário, e que estes terceiros sejam da sua plena confiança. Afinal de contas, nunca se sabe o que pode acontecer quando o computador da gente vai parar na mão de outra pessoa que desconhecemos. Para garantir, peça referências e conselhos de amigos que já usaram o serviço da pessoa ou empresa, se for o caso.
d) Na dúvida, se conhece alguém que trabalha com TI, pergunte o que dá pra fazer em casos de emergência, mas desde que confie na pessoa. A regra da confiança vale sempre.
A esta altura, vocês aí que estão lendo (e chegaram até aqui) podem até pensar: "Esse cara enlouqueceu! Misturando Internet com coisas de antigamente! Não falar com estranhos, não aceitar nada de estranhos...". Pois é, a regra é antiga mas também vale para os novos meios de comunicação e novos meios de convívio (virtual inclusive).
Fora isso, também existem algumas outras recomendações, mas estas eu vou deixar em vídeo pra vocês, com uma entrevista minha ao programa 5cronia da NET Bagé, apresentado pelo meu amigo Josias. O vídeo é antigo, mas vale para os dias de hoje:
Só lembrando: A segurança da Informação se cria com bons hábitos! Desenvolva e mantenha os seus :) Por hoje é só, pessoal!
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Informação e Internet: Como é que se usam as duas, e qual o papel do Profissional de TI?
Ultimamente tenho visto muita replicação de informações na Internet pelas pessoas, mas pouca ou nenhuma construção no meio geral. Basicamente eu vejo uma divisão das pessoas, no geral em dois grupos (falando do ponto de vista das redes sociais, Facebook, Twitter, Google+ e afins):
Os criadores: São aquelas pessoas que efetivamente produzem algo, trabalham bastante os dados, para que estes se tornem informação propriamente dita. Estas pessoas merecem mesmo admiração, porque algumas delas fazem da criação da informação, ou da gestão desta informação algo bom, produtivo, e muitas vezes o seu ganha-pão. Da mesma forma, são aquelas pessoas que verificam as fontes, procuram saber mais, seja qual for o assunto, antes de divulgar. Infelizmente são injustiçados em várias ocasiões, porque a informação é replicada, mas o autor não é creditado adequadamente.
Os compartilhadores: É aquele grupo maior de pessoas que costuma compartilhar algo porque achou interessante, bonitinho... ou até fofo (modo óin.. especialmente para as meninas). Dependendo da informação, da frase ou texto, ou até do contexto, eu me faço aquela pergunta: "Mas foi mesmo fulano quem escreveu?". Eu mesmo já caí no erro de, no papel de "compartilhador", enviar um texto que julguei ser de uma pessoa, mas que na verdade poderia não ser... Então procuro não fazer (ou fazer menos) aquele compartilhar sem justiça, sem crédito, mesmo porque eu não iria gostar se aquilo (artigo, post ou o que seja) que eu escrevi ou fiz, lapidei, passei algum tempo considerável pensando a respeito não levasse meu nome ou sequer uma menção. Isso até revolta um pouco mas, como tudo no mundo, vez por outra... acontece.
Já na questão do e-mail, também vejo a mesma coisa, mas basicamente para aqueles assuntos mais abrangentes, a gente vê ainda mais replicadores. Desta vez, posso dividir em dois grupos que eu notei:
Forward-or-die: Passe este e-mail para 300 pessoas dentro de uma hora ou você morrerá em sete dias (Samara, até tu?)... Sem comentários!
Os 'acorrentados': A pessoa mal lê o e-mail e já clica no Encaminhar, manda pra TODOS da sua lista, sem filtrar endereços ou nem se preocupar em esconder (no melhor bêbado-style... não se esconde nem a pau). Neste grupo dá pra incluir também aqueles com pena de pessoas doentes, que tal empresa X vai ajudar com dez centavos por e-mail enviado... Tá, mas como é que vão rastrear e doar o dinheiro pra quem precisa? A pessoa precisa mesmo do dinheiro? Já não está sendo adequadamente tratada? Vão doar? A pessoa ainda está viva ou em tratamento? Vai saber....
Já para o e-mail eu sou mais, digamos, seletivo. Normalmente não repasso nada, a menos que a pessoa peça, ou que eu considere que ela faça parte de um grupo que precise ou gostaria de ler sobre aquele assunto.
Os dois meios tem uma coisa em comum: a gente precisa de cautela para repassar, filtrar o conteúdo e ver o que vai fazer... ufa! Dá uma trabalheira que a gente cansa só de pensar, não dá? Mesmo assim, temos que ter o mesmo cuidado com a informação que lemos, entendemos e enviamos.
É... nestes tempos em que a Internet ajuda a derrubar ditadores, temos que ser cada vez mais críticos coletivamente e autocríticos, para que não façamos nada que venha prejudicar a nossa vida, tanto individual quanto coletiva...
Por isso se diz que a humanidade carece de melhores usos das ferramentas que cria. Na minha opinião, esta é uma das principais finalidades das carreiras em TI, de forma geral. Precisamos não só desenvolver ferramentas capazes de tornar um conjunto de dados disponível e classificável, mas também dar suporte às pessoas para que elas aprendam a utilizar aqueles dados da melhor maneira. Aí sim, depois de classificados, preparados e interpretados da maneira correta (pelas pessoas), podem tornar-se informações aproveitáveis, distribuídas com relação a fatos, ideias e possibilidades.
Aos que me lêem agora, perdoem o meio-desabafo, mas é verdade. Muitas vezes na ânsia do colaborar, do ajudar, do disseminar a informação, a gente não confirma, não lê nas entrelinhas... Mas, ninguém é perfeito, e longe de mim querer ser. Só quero ser uma coisa todos os dias, por mais clichê que pareça: Hoje, melhor que ontem: Amanhã, melhor ainda!
Abraço a todos, e semana que vem (ou antes), volto a escrever aqui. Se quiserem opinar, responder, conversar, estamos por aí!
Os criadores: São aquelas pessoas que efetivamente produzem algo, trabalham bastante os dados, para que estes se tornem informação propriamente dita. Estas pessoas merecem mesmo admiração, porque algumas delas fazem da criação da informação, ou da gestão desta informação algo bom, produtivo, e muitas vezes o seu ganha-pão. Da mesma forma, são aquelas pessoas que verificam as fontes, procuram saber mais, seja qual for o assunto, antes de divulgar. Infelizmente são injustiçados em várias ocasiões, porque a informação é replicada, mas o autor não é creditado adequadamente.
Os compartilhadores: É aquele grupo maior de pessoas que costuma compartilhar algo porque achou interessante, bonitinho... ou até fofo (modo óin.. especialmente para as meninas). Dependendo da informação, da frase ou texto, ou até do contexto, eu me faço aquela pergunta: "Mas foi mesmo fulano quem escreveu?". Eu mesmo já caí no erro de, no papel de "compartilhador", enviar um texto que julguei ser de uma pessoa, mas que na verdade poderia não ser... Então procuro não fazer (ou fazer menos) aquele compartilhar sem justiça, sem crédito, mesmo porque eu não iria gostar se aquilo (artigo, post ou o que seja) que eu escrevi ou fiz, lapidei, passei algum tempo considerável pensando a respeito não levasse meu nome ou sequer uma menção. Isso até revolta um pouco mas, como tudo no mundo, vez por outra... acontece.
Já na questão do e-mail, também vejo a mesma coisa, mas basicamente para aqueles assuntos mais abrangentes, a gente vê ainda mais replicadores. Desta vez, posso dividir em dois grupos que eu notei:
Forward-or-die: Passe este e-mail para 300 pessoas dentro de uma hora ou você morrerá em sete dias (Samara, até tu?)... Sem comentários!
Os 'acorrentados': A pessoa mal lê o e-mail e já clica no Encaminhar, manda pra TODOS da sua lista, sem filtrar endereços ou nem se preocupar em esconder (no melhor bêbado-style... não se esconde nem a pau). Neste grupo dá pra incluir também aqueles com pena de pessoas doentes, que tal empresa X vai ajudar com dez centavos por e-mail enviado... Tá, mas como é que vão rastrear e doar o dinheiro pra quem precisa? A pessoa precisa mesmo do dinheiro? Já não está sendo adequadamente tratada? Vão doar? A pessoa ainda está viva ou em tratamento? Vai saber....
Já para o e-mail eu sou mais, digamos, seletivo. Normalmente não repasso nada, a menos que a pessoa peça, ou que eu considere que ela faça parte de um grupo que precise ou gostaria de ler sobre aquele assunto.
Os dois meios tem uma coisa em comum: a gente precisa de cautela para repassar, filtrar o conteúdo e ver o que vai fazer... ufa! Dá uma trabalheira que a gente cansa só de pensar, não dá? Mesmo assim, temos que ter o mesmo cuidado com a informação que lemos, entendemos e enviamos.
É... nestes tempos em que a Internet ajuda a derrubar ditadores, temos que ser cada vez mais críticos coletivamente e autocríticos, para que não façamos nada que venha prejudicar a nossa vida, tanto individual quanto coletiva...
Por isso se diz que a humanidade carece de melhores usos das ferramentas que cria. Na minha opinião, esta é uma das principais finalidades das carreiras em TI, de forma geral. Precisamos não só desenvolver ferramentas capazes de tornar um conjunto de dados disponível e classificável, mas também dar suporte às pessoas para que elas aprendam a utilizar aqueles dados da melhor maneira. Aí sim, depois de classificados, preparados e interpretados da maneira correta (pelas pessoas), podem tornar-se informações aproveitáveis, distribuídas com relação a fatos, ideias e possibilidades.
Aos que me lêem agora, perdoem o meio-desabafo, mas é verdade. Muitas vezes na ânsia do colaborar, do ajudar, do disseminar a informação, a gente não confirma, não lê nas entrelinhas... Mas, ninguém é perfeito, e longe de mim querer ser. Só quero ser uma coisa todos os dias, por mais clichê que pareça: Hoje, melhor que ontem: Amanhã, melhor ainda!
Abraço a todos, e semana que vem (ou antes), volto a escrever aqui. Se quiserem opinar, responder, conversar, estamos por aí!
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